DesAUfio Canino- " O cão ciumento"

SAUDAÇÕES CANINAS GALERINHA.

Como tudo está muito parado essa semana...
Estamos até sentindo um certo Abandono... de nossa Cadela Mãe...
Diante dessa situação, a galera do Aurquivo resolveu que ela mesma deveria lançar o desafio da semana para os nossos Blog-Amigos!!! Ahaaaaa
Pois então, nosso desafio é relacionado a uma história real de um Casal apaixonado... seus projetos... e o seu cão rs!

Vejam só:

        Em dezembro do ano passado, o casal americano Eric Mann e Brooke Blew decidiram passar a lua de mel em Cancún, no México. Entretanto... os planos fracassaram!

      Tudo isso porque as autoridades mexicanas não permitiram a entrada de Eric Mann, pois seu passaporte estava com marcas de dentes. É isso mesmo... marcas de dentes...
        Poucos dias antes da viajem, o cãozinho de estimação de Eric havia mordido o seu passaporte, deixando marcas em várias páginas ( Será que isso foi um ataque de ciúmes rs?).Olha ele aí:


        Eric chegou a procurar as autoridades de Lancaster, no estado de Massachusetts, para ver se deveria solicitar um passaporte de emergência. “Eles disseram que estava ok, pois os códigos de barras e imagem estavam todos intactos” disse ele.
      Eric embarcou no aeroporto de Logan, em Boston, sem dificuldade. No entanto, quando chegaram à Cancún, os problemas começaram. As autoridades de imigração disseram que o passaporte de Mann era inaceitável.E no final da história, o casal teve que retornar para Boston.

O desafio consiste em:
Procurar um modelo de passaporte americano, observar as características estruturais do passaporte e responder:
  • Para as autoridades americanas o passaporte teria validade legal, pois os códigos de barras e a imagem estavam intactos. Na sua opinião esses elementos validariam a autenticidade do documento? Quais possíveis estragos deveriam existir para as autoridades mexicanas não terem aceito o passaporte?
  • Como fica a autenticidade diplomática, legal , e histórica do documento nesse caso ( tendo em vista que não foi aceito em Cancún) ?



11 comentários:

Futebol Na Gaveta disse...

Kaian

a produção de passaportes utiliza tecnologia avançada de impressão, tintas especiais e uma trama especial no papel. A mais recente inovação é o passaporte com RFID (identificação por freqüência de rádio), ou passaporte eletrônico, adotado em agosto de 2006 e dotado de um chip de computador incorporado à capa traseira. O chip contém informações biográficas e uma cópia digital da foto, que é utilizada com tecnologia de reconhecimento facial para fins de identificação. Os dados só podem ser lidos por leitores habilitados de chips protegidos por senhas e a distância muito curta (10 centímetros), e a capa traseira reforçada garante que não exista acesso ao chip caso o passaporte esteja fechado.

Visto que as próprias autoridades de lancaster falaram que não tinha nenhum problema, as autoridades mexicanas implicaram de graça com as mordidas. Porém, se a mordida pegou em algum dado, impossibilitando-o de ser lido, e as autoridades mexicanas não tiverem tecnologia para ler o chip pode ser que tenham razão em não querer aceitar o passaporte.

O documento perde as três autenticidades(pelo menos pros mexicanos) se algum dado de signo especial teve alguma parte atingida impossibilitando a leitura.

Wanderson disse...

Bem, na minha opinião, esses elementos (código de barras e imagem) validariam a autenticidade do documento, até porque as autoridades da cidade de Lancaster atestaram a validade do passaporte, dizendo que não teria problemas "pois os códigos de barras e imagem estavam todos intactos”.
O que poderia ter impedido os mexicanos de aceitarem o passaporte seria a possível existência de danos nas informações pessoais (nome, cidade, nascimento etc) ou nas datas de emissão e validade.

Caso o documento tenha deixado de apresentar alguma informação essencial, ele perderia as autenticidades diplomática e legal. Mas creio que ainda teria autenticidade histórica, pois o documento apresenta informações verdadeiras, porém incompletas.

Marcelo A. Castro disse...

O passaporte, tanto no Brasil como no mundo é utilizado largamente como documento de identificação civil. Devido ao seu uso para fins de viagens internacionais, seu modelo é basicamente padronizado, mudando apenas detalhes entre o modelo de um e outro país. No caso descrito acima, a recusa pode ter se dado pelo fato de os dados de identificação e fotografia estarem danificados somado ao fato de o México não ter um leitor de código de barras (ou ainda o leitor específico para o passaporte americano). Sendo assim, os mexicanos podem ter sido incapazes de julgar a validade do documento, recusando-o por segurança.

A autenticidade diplomática do passaporte pode ter sido comprometida devido a danificação, que pode ter tornado ilegíveis ou inexistentes partes fundamentais que caracterize o documento como um passaporte autêntico (apesar de os americanos julgarem necessária a integridade apenas do código de barras).

A autenticidade legal também poderia estar comprometida (tanto que os funcionários mexicanos recusaram o documento em função desta). Via de regra, um documento pessoal deve estar em bom estado para que tenha sua validade aceita no sistema legal.

A autenticidade histórica é a única intocada neste caso, sendo até aprimorada com a marca da mordida do cão, fazendo com que este documento, que recebeu além da mordidada, a marca de saída dos Estados Unidos e de recusa pelo México, carregue em si toda a história que o casal passou e foi noticiada, servindo ainda como prova para tal.

Contudo, nada impede que tenha havido falha humana, tanto por parte dos funcionários do aeroporto americano, quanto por parte dos funcionários mexicanos.

Anônimo disse...

No caso apresentado acima o cachorro teria mordido o passaporte e as autoridades de imigração do aeroporto de Cancun não aceitaram o passaporte por causa das mordidas.
Para entender, porque os agentes do aeroporto não liberaram a entrada do casal, vamos analisar as características de um passaporte.
Passaporte é um documento de identidade emitido por um governo nacional que atesta o portador pertence a um Estado soberano. Detentor de características padronizadas, como a capa ( identifica o país emissor), fotografia, assinatura, data de nascimento, nacionalidade, e uma sequencia de páginas numeradas em branco destinadas a vistos ou carimbos de entrada e saída.
Levando em consideração essas características, acredito que o motivo, pelo qual as autoridades mexicanas não aceitaram o passaporte, seria porque a se as mordidas tivessem destruído a fotografia ou outra parte do passaporte que prejudica a leitura.
Agora sobre a autenticidade legal, diplomática e histórica do documento, tendo em vista que não foi aceito em Cancun, a autenticidade legal: como o documento foi emitido por uma autoridade competente ele é legal, quanto a autenticidade diplomática: a autenticidade está comprometida, porque para os mexicanos não existem todas as características formais, e existe autenticidade histórica, porque o passaporte é um documento que descreve o ocorrido num período e lugar determinado, justamente o que acontece com o passaporte.

Viviane Viana silva 10/08587

Camila Veras disse...

Para um documento ser autêntico ele deve conseguir provar aquilo que diz ser, como as autoridades americanas atestaram que o passaporte teria validade com o código de barras e a fotografia intactas é possível que as autoridades mexicanas não tenham conseguido identificar os dados da pessoa, dificultando ainda mais por talvez não ter um leitor de códigos de barra para atestar a validade do passaporte americano.

Este passaporte depois de ser mordido perdeu sua autenticidade diplomática e legal por ter seus dados danificados. Já a autenticidade histórica ainda existe pois as informações contidas nas páginas do passaporte comprovam a história pela qual este documento já passou.

Marcella Mendes disse...

Na minha opinião, o passaporte pode não ter sido aceito apenas por não estar em perfeitas condições. Sabemos que qualquer documento de identificação não pode estar rasgado, rasurado, cortado etc. Nem mordido né? Caso esteja, acredito que não seja obrigação das autoridades aceitá-lo. Acho que seja esta a justificativa, pois no código de barras já estão todas as informações necessárias para identificação da pessoa, até mesmo a imgagem.
A autenticidade histórica continua valendo, pois as informações ali contidas continuam de acordo com o que aconteceu.
A autenticidade diplomática pode ter sido prejudicada, pois as mordidas do cachorro podem ter prejudicado a identificação de alguns requisitos necessários para que ele seja considerado autêntico.
Assim como a autenticidade legal, que pode ter sido perdida com as mordidas.
Deve lembrar que essas autenticidades que podem ter sido perdidas são do papel, pois no código de barras são encontradas todas as informações que garantem autenticidade legal, diplomática e histórica.

Cleila Barbosa disse...

Na minha opinião as mordidas do cachorinho do casal americano não teriam afetado a autenticidade do passaporte analisado, a não ser que essas mordidas tivessem afetado diretamente o código de barra ou a foto, o que impediria a leitura dos dados,do contrário a validade do passaporte seria a mesma de antes.E dessa forma o valor legal e histórico continuariam o mesmo.

pri araujo disse...

bom...se as mordidas do cachorro não afetaram as informações e os selos, na minha opinião o documento não perde sua autenticidade (histórica,legal e diplomática), desta forma acho que foi um equívoco as autoridades não aceitarem o documento.

Matheus Henrique Almeida Souza disse...

As autoridades de Lancaster analisaram o passaporte de Eric, e perceberam que ele era autêntico, pois continha os elementos: papel e tinta correspondentes; que podem ser analisados por meio de luz infravermelho, marca d’água, assinatura da Bureau de Afazeres Consulares. O mais importante é que mesmo com algumas rasuras no passaporte de Eric, os elementos de análise do passaporte continuam inalterados, permitindo identificá-lo . As autoridades mexicanas provavelmente recusaram o passaporte por achar que as informações rasuradas eram essenciais para autenticidade do documento civil. Portanto, o passaporte não tem autenticidade legal para as autoridades mexicanas, pois os dados rasurados não permitiram considerar o passaporte de Eric autêntico. Agora sobre a autenticidade histórica, o documento possui autenticidade porque carrega um contexto de viagens e impressões do possuidor do passaporte e a historia com a marca do dente no passaporte.

Anônimo disse...

Na minha opinião a imagem e o código de barras validam a autenticidade do documento, já que no código de barras tem as informações importantes para se prevenir fraudes e confirmar a identidade do portador do documento (data de nascimento, altura, filiação e desenho da impressão digital.).

No caso das autoridades de Cancun, o possível problema seria o estado em que se encontrava o passaporte. A análise da estrutura interna e externa do passaporte foi diferente para as autoridades dos dois países.

Tendo em vista que o passaporte não foi aceito em Cancun, temos que (para as autoridades de Cancun) o passaporte não havia autenticidade legal, mas acredito que haveria sim autenticidade diplomática, por mais que este documento apresentasse danos. A autenticidade histórica também existe, o passaporte comprova os fatos, o que aconteceu, os dados, as viagens, a mordida do cachorro ciumento, etc.

Fernanda Cândido
09/94286

tricinhapaty disse...

Bom, como documento oficial, o passaporte deve estar em perfeitas condições de leitura.
Aqui no Brasil não é muito diferente, um documento até "meio" rasgado, mas que consiga transparecer suas informações é aceito dentro do país, mas nenhum outro país é obrigado a aceitá-lo, inclusive, para alguns países da América Latina, é obrigatório que o documento tenha sido emitido em no máximo 6 meses, para que a foto seja recente e de fácil identificação.
Creio que o México PODERIA ter aceito, se quisesse, mas não acho que a atitude deles estava errada, e sim a atitude da pessoa que informou aos viajantes que não teria problema.

Quanto à autenticidade, na minha opinião, continua sendo autêntico diplomaticamente e historicamente falando, porém, perde o valor legal (ressaltando que é na minha opinião).

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