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A polêmica continua...

        O programa 3 a 1 da TV Brasil, realizou no dia 06/01/2011, uma entrevista com o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Nessa entrevista, o Ministro fala sobre a polêmica transferência do Arquivo Nacional da Casa Civil para sua pasta. 



1. Análise Diplomática
Denominação do Documento: Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo - Parte 05 - 3a1  (You Tube).
Denominação da Espécie: Vídeo.
Data Tópica: Brasília - DF
Data Cronológica: 06/01/2011
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Filmográfico (ou audiovisual e textual).
Suporte: Não tem no suporte um elemento significativo, mas um mero carregador físico (meio digital).
Formato: Vídeo digital.
Forma: Cópia.
Linguagem: Formal/ oficial.
Idioma: Português.
Signos Especiais: Símbolo da Tv Brasil (localizado na margem superior direita)

2. Análise Tipológica
Denominação da Espécie:Vídeo.
Denominação da Tipologia Documental:  
Contexto You Tube: Vídeo de divulgação.
Contexto Grupo Aurquivo Bom Pra Cachorro: Vídeo de comprovação (prova).
Entidade Produtora: Usuário do You Tube que postou o vídeo.
Entidade Reprodutora: You Tube.
Entidade Receptora: Demais usuários do You Tube e população em geral.
Legislação:
• Termos de Serviço You Tube. Disponível em: http://www.youtube.com/t/terms;
• Direitos Autorais. Disponível em: http://www.youtube.com/t/copyright_notice.
Função:
You Tube: Divulgar (tornar público) vídeo da entrevista do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo realizado no programa “3ª 1” da TV Brasil
Grupo Aurquivo Bom Pra Cachorro: Vídeo para comprovar/ atestar a transferência da vinculação do Arquivo Nacional  à Casa Civil para o Ministério da Justiça, por meio de confirmação do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Descrição: Trata-se de trecho de entrevista realizada pelo do Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo no programa “3 a1” da TV Brasil, na qual o Ministro relata suas atuações para o novo governo e as medidas a serem adotadas pelo Ministério da Justiça.
Trâmite: Vídeo degravação do programa “3 a 1” da TV Brasil; postado no site You Tube pelo usuário tvbrasil; e disponibilizado para os demais usuários do YouTube e população em geral.
Duração do Trâmite: A partir do dia 06/01/2011 (data da entrevista)
Ordenação da Série: Por assunto, podendo ser por número de acesso e cronológico.


Mais evidências sobre o caso:

Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirma que Arquivo Nacional da Casa Civil não perderá prestígio com transferência!

Em seu primeiro compromisso oficial no Rio, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, tentou contornar nesta quarta-feira uma crise aberta com a transferência do Arquivo Nacional da Casa Civil para sua pasta. A decisão gerou reações de funcionários do Arquivo, que temem um retrocesso na gestão dos acervos e chegaram a fazer um manifesto.

O ministro afirmou que a mudança não implicará perda de prestígio:
- Pedi que o diretor designasse uma sala para o ministro da Justiça para que os despachos que forem feitos no Rio sejam no Arquivo, como uma prova de afirmação e de reconhecimento que o ministério da Justiça tem esse seu novo braço.
Ao falar sobre a dificuldade que pesquisadores afirmaram ter enfrentado para acessar documentos sobre a Ditadura Militares durante o período eleitoral, Cardozo afirmou apenas que o Arquivo cumprirá a lei:
— O direito de informação será assegurado, nos marcos do que a lei determina.
Depois de se reunir com o diretor-geral do Arquivo, Jaime Antunes, o ministro ouviu membros da Associação dos Servidores do Arquivo Nacional (Assan). Eles reivindicaram um plano de cargos e salários e pediram ainda a saída do diretor-geral. Segundo a Assan, o Arquivo “tem um problema grave de falta de democracia e diálogo”. Cardozo disse que ouvirá os dois lados e analisará as propostas.




Atividade da Semana...

ex
Análise do documento:
  • Vídeo do You Tube - Antonio Palocci - ministro-chefe da Casa Civil - parte 1 (que demonstra a afirmação verbal de Antônio Palocci sobre a transferência de vinculação do Arquivo Nacional)

 
1. Análise Diplomática
Denominação do Documento: Antonio Palocci - ministro-chefe da Casa Civil - parte 1 (You Tube)
Denominação da Espécie: Vídeo.
Data Tópica: Brasília - DF
Data Cronológica: 02/01/2011
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Filmográfico (ou audiovisual e textual).
Suporte: Não tem no suporte um elemento significativo, mas um mero carregador físico (meio digital).
Formato: Vídeo digital.
Forma: Cópia.
Linguagem: Formal/ oficial.
Idioma: Português.
Signos Especiais: Não identificados.

2. Análise Tipológica
Denominação da Espécie:Vídeo.
Denominação da Tipologia Documental:
  • Contexto You Tube: Vídeo de divulgação oficial. 
  • Contexto Grupo Aurquivo Bom Pra Cachorro: Vídeo de comprovação (prova).
Entidade Produtora: Usuário do You Tube que postou o vídeo.
Entidade Reprodutora: You Tube.
Entidade Receptora: Demais usuários do You Tube e população em geral.
Legislação:
• Termos de Serviço You Tube. Disponível em: http://www.youtube.com/t/terms;
• Direitos Autorais. Disponível em: http://www.youtube.com/t/copyright_notice.
Função:
  • You Tube: Divulgar (tornar público) vídeo do discurso de posse de Antônio Palocci (Ministro Chefe da Casa Civil). 
  • Grupo Aurquivo Bom Pra Cachorro: Vídeo para comprovar/ atestar o discurso de Antônio Palocci referente à transferência da vinculação do Arquivo Nacional  à Casa Civil para o Ministério da Justiça.
Descrição: Trata-se de trecho do discurso de posse de Antônio Palocci, Ministro Chefe da Casa Civil, onde o mesmo faz homenagens e informes acerca das futuras ações a serem promovidas pelo seu novo Ministério.
Trâmite: Vídeo de origem desconhecida; postado no site You Tube pelo usuário CASACIVILPR; e disponibilizado para os demais usuários do YouTube e população em geral.
Duração do Trâmite: A partir do dia 02/01/2011 (data do discurso de posse de Antônio Palocci, Ministro Chefe da Casa Civil).
Ordenação da Série: Por assunto, podendo ser por número de acesso e cronológico.

Análise Bônus: 
  • Diário Oficial / Ano XLIII – EDIÇÃO ESPECIAL do dia 01/01/2011 (que demonstra a vinculação do Arquivo Público do Distrito Federal à Casa Civil). 
Clique aqui para ter acesso do documento.

1. Análise Diplomática
Denominação do Documento: Diário Oficial do Distrito Federal/ Ano XLIII – EDIÇÃO ESPECIAL.
Denominação da Espécie: Boletim.
Data Tópica: Brasília - DF
Data Cronológica: Data 01/01/2011
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Textual e iconográfico.
Suporte: Não tem no suporte um elemento significativo, mas um mero carregador físico (meio digital).
Formato: Texto digital.
Forma: Original.
Signos Especiais: Símbolo do Governo do Distrito Federal.

2. Análise Tipológica
Denominação da Espécie: Boletim.
Denominação da Tipologia Documental: Boletim Informativo/ Oficial.
Entidade Produtora: Governo do Distrito Federal.
Entidade Receptora: Governo do Distrito Federal.
Legislação: Não identificada.
Função:
  • Contexto do Diário Oficial: Servir como aviso periódico de entidade pública ou particular, impresso ou não, para divulgação de atos normativos, de ordens rotineiras ou de nomes de pessoas ou de dados numéricos, podendo ser enviada ou afixada em locais a que tenham acesso os interessados; dar publicidade.
  • Contexto do Grupo Aurquivo Bom Pra Cachorro: Servir como documento de comprovação da vinculação do Arquivo Público do Distrito Federal à Casa Civil (DECRETO N° 32.716, DE 1° DE JANEIRO DE 2011, CAPÍTULO III, Art. 6º, §1°)
Descrição: Trata-se de um boletim informativo que contêm a divulgação de atos normativos, de ordens rotineiras ou de nomes de pessoas ou de dados numéricos, referente à publicação do dia 01/01/2011.
Trâmite: Não identificado.
     -Duração do Trâmite: A partir do dia 01/01/2011.
Ordenação da Série: Possivelmente numérica e cronológica.

Comentário:
       A modificação da vinculação do Arquivo Nacional à Casa Civil para o Ministério da Justiça ocasionou diversos posicionamentos conflitantes em relação ao futuro do Arquivo Nacional e a implicação disso na comunidade arquivística. O debate “O papel do Arquivo Nacional nas políticas de informação do Estado brasileiro: desafios e perspectivas", realizado no dia 07/01/2011 na FCI - UNB, levantou questões relativas aos recursos financeiros destinados ao Arquivo Nacional, ao status/ hierarquia dos órgãos de possíveis vinculações e as atitudes e posicionamentos do Arquivo Nacional referentes à sua consolidação e crescimento.
        Acredita-se que o Arquivo receberia mais recursos financeiros vinculado à Casa Civil do que vinculado ao Ministério da Justiça. A Casa Civil e o Ministério da Justiça estão no mesmo nível hierárquico. Entretanto a Casa Civil, aparentemente, possui maior status e reconhecimento, por estar mais próximo das atividades e relações presidenciais. Dessa forma, questiona-se a transmissão de vinculação, pois prejudicaria economicamente o Arquivo Nacional e suas atividades, afetando também o seu "grau de importância", menosprezando assim a instituição. 
         Num outro posicionamento, as questões sobre recursos financeiros e reconhecimento foram tidas como elementos secundários, pois deveria partir do Arquivo Nacional as ações para o seu crescimento e reconhecimento. O Arquivo Nacional não deveria se preocupar com a sua vinculação e sim na promoção da sua autonomia e na realização de atividades que garantam o efetivação da sua missão e os seus objetivos.
       Contudo, tal modificação, afetou o blog no sentido de trazer a toma questionamentos importantes para a construção e desenvolvimento da Arquivologia no Brasil. 


Veja a Nota sobre o Debate na UnB clicando aqui!!!!

Atividade Desafio...

SAUDAÇÕES CANINAS GALERINHA!
Mais um desafio...


Contexto da Revista Veja
Produtor do documento: Revista Veja.
Titular: Revista Veja, leitor ou qualquer pessoa/ instituição que adquirir a Revista Veja de dezembro de 2010.
Forma: Original múltiplo.
Função: Propaganda do carro de marca Hyundai, modelo Azera.

Contexto do Leitor
Produtor do documento: Leitor que realizou o recorte.
Titular: Leitor que realizou o recorte.
Forma: Original.
Função: Comprovante da oferta do carro de marca Hyundai, modelo Azera; registro informacional acerca da oferta do  carro de marca Hyundai, modelo Azera.

Contexto Hyundai
Produtor do documento: Hyundai (provavelmente os designers/ produtores gráficos da Hyundai).
Titular: Hyundai.
Forma: Original.
Função: Anúncio publicitário do carro de marca Hyundai, modelo Azera.

A cópia autenticada é diplomaticamente e legalmente autêntica?
Sim. A cópia autenticada é diplomaticamente autêntica, pois apresenta as mesmas características (estruturas formais) do documento original. E é legalmente autêntica, pois possui o mesmo valor legal do documento original.

Podemos afirmar que o anúncio publicado na revista continha informações falsas, uma vez que o vendedor não pode realizar a venda do veículo alegando que o valor apresentado estava abaixo do preço tabelado? Justifique.
Para a empresa pode até haver informações errôneas. Porém, como a oferta do anúncio tornou-se pública, as informações foram validadas, dando aos leitores o direito de comprar a oferta publicada, caso contrário os mesmos podem alegar propaganda enganosa.

Como fica, a partir dessas cópias, a autenticidade histórica do anúncio?
As cópias não possuem autenticidade histórica porque como o vendedor falou que não poderia vender o carro por aquele valor pois era um valor abaixo do preço, entende-se que houve propaganda enganosa por parte da empresa e é por isso que o leitor até dá entrada em processo no Procon, o que quer dizer que o conteúdo informacional do documento era falso, logo não há como possuir autenticidade histórica das cópias uma vez que não existia autenticidade histórica nem do original!
Qual seria o plano de classificação original, de onde o amigo arquivista fez as cópias?
Provavelmente o processo estaria dentro da atividade fim do PROCON, dentro de uma série que abrange tipologias quanto a processos de reclamação por propaganda enganosa.

Continuação do DESAFIO.


Saudações Caninas galerinha!!!!

 Estamos aqui para postar o restante do desafio que a Cadela Mãe nos passou :)


Na segunda parte do desafio, a Cadela Mãe nos solicitou que fizéssemos uma comparação entre o site da Funarte e o da rtve.


O site da Funarte não se preocupou em agrupar os documentos de acordo com o seu contexto, mas apenas de acordo com assuntos, ou nomes das celebridades que ali estão representadas, então os documentos ficaram soltos, sem ligação alguma com coisa nenhuma.
Já os arquivos da rtve, por serem todos produzidos pela instituição eles tem um contexto, tem uma ligação, não estão dispostos isoladamente sem um significado ou com um significado mal compreendido por estarem afastados de seus contextos. Outra importante característica dos arquivos da rtve é possuirem uma descrição eficiente.
Além dessa diferença ainda há uma outra muito interessante presente no site da rtve , que além da caixa de busca que também está presente no site da Funarte tem um espaço onde os usuário podem dar suas recomendações, ou seja, os usuários podem pedir para que eles digitalizem ou coloquem no site uma matéria, foto, vídeo, e eles podem comentar dando a sua opinião nos vídeos e outros acervos presentes no site.

Terceira Parte
Agora nos vamos falar um pouco sobre os contextos em que os documentos analisados estão inseridos.

Livro
No arquivo pessoal o livro pode ter a função de consulta, informação, coleção. No arquivo da editora que produziu o documento, o livro é uma mercadoria, um objeto de negócios. No arquivo dos autores, o livro serve de recordação, divulgação de um trabalho.

Foto
A fotografia familiar no contexto de um arquivo pessoal serve para recordação, registro de uma memória familiar e registro de algum momento que pode ou não ser especial. No contexto de um arquivo da editora, serviu para ilustrar a capa de um livro cujo assunto se trata de arquivos fotográficos. Já no arquivo dos autores foi a melhor imagem encontrada para ilustrar o tema do livro.

Capa
A capa do livro tem como função a identificação do mesmo, um breve resumo e assuntos referentes ao autor e a publicação do livro, assim como a editora. Por esse motivo a capa no arquivo da editora que também pode ser considerada entidade produtora, pode ser de exemplar, e no arquivo do autor pode ser guardada como recordação da primeira edição de publicação daquele livro.

DESAFIO "ARCHIVOS FOTOGRÁFICOS"

Saudações caninas coleguinhas!

A Cadela Mãe nos solicitou a realização da seguinte atividade:

Fazer a análise diplomática e tipológica da imagem
 da capa deste livro, em diversos contextos.


CONTEXTO 1 - Fotos vistas isoladamente.

Análise diplomática e tipológica: O documento é autêntico com a possibilidade de veracidade.
Denominação do Documento: Fotografia familiar.
Denominação da Espécie: Fotografia.
Data Tópica: Não identificada.
Data Cronológica: Não identificada.
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Imagético.
Suporte: Fotografia que esta na tela do computador - não tem no suporte um elemento significativo, mas um mero carregador físico (meio digital).
Fotografia que esta perto do teclado – possivelmente suporte em papel.
Forma:  Não identificada. A cada reprodução de uma imagem digital, o único elemento que muda é o suporte: o novo documento continua sendo idêntico ao que foi reproduzido. Dessa forma, não se pode precisar quanto a forma da fotografia analisada.
Formato: Não identificado.
Signos Especiais: Não possui.
Titular: Não identificado; o titular é possivelmente algum familiar ou o fotógrafo.
Entidade Produtora: Não identificado.
Legislação: Lei 9610 de 20/02/98 (Lei dos direitos autorais – direito de imagem).
Função: Servir como registro e lembrança (memória) em retratos, paisagens ou natureza morta, podendo também ter uso comercial ,expositiva/publicativo, probatório, didático/científico e o pessoal/familiar.
DescriçãoFotografia que esta na tela do computado -Trata-se e um retrato de duas crianças do sexo masculino que aparentemente estão lendo um livro. Pela análise das roupas e da cor da foto, infere-se que a foto é antiga e que possivelmente foi scaneada.
Fotografia que esta perto do teclado – Trata-se de um retrato de vários indivíduos, possivelmente parentes. Pela análise das roupas e da cor da foto, infere-se que a foto é antiga
Vigência Administrativa: Não identificada.
Destinação Final: Possivelmente a guarda permanente.
Informações Complementares: Não identificadas.


CONTEXTO 2 – Fotos sendo utilizadas na capa do livro Archivos Fotográficos.

Análise diplomática e tipológica: O documento é autêntico com possibilidade de veracidade.
Denominação do Documento: Fotografia publicitária.
Denominação da Espécie: Fotografia.
Data Tópica: Não identificada.
Data Cronológica: Não identificada.
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Iconográfico.
Suporte: Papel utilizado para confecção da capa.
Forma: Original múltipla.
Formato: Não identificado.
Signos Especiais: Não possui.
Titular: Não identificado; os possíveis titulares são a autora do livro, o profissional que tirou a foto ou ainda o familiar.
Entidade Produtora: Possivelmente o profissional/ empresa que realizou a montagem e edição das fotos ou o familiar.
Legislação: Lei 9610 de 20/02/98 (Lei dos direitos autorais – direito de imagem).
Função: Ilustrar a capa do livro, contextualizando a representação da imagem com o título da obra e transmitindo as possíveis vertentes a serem trabalhadas no livro (documentos imagéticos em meio físico e em meio digital).
Descrição: Trata-se de duas fotos, sendo que uma esta contida no computador (meio digital) e a outra esta em meio físico.
Vigência Administrativa: Não identificada.
Destinação Final: Indeterminada; a depender do titular e da entidade produtora.
Informações Complementares: Não identificadas.


CONTEXTO 3 - Capa do livro.

Análise diplomática e tipológica: É autêntica e aparentemente verídica.
Denominação do Documento: Capa do livro “Archivos fotograficos: pautas para su integracion en el entorno digital”:
Denominação da Espécie: Capa
Data Tópica: Não identificada.
Data Cronológica: 15 de março de 2007; 1º edição.
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Textual e iconográfico.
Suporte: Papel mais resistente.
Forma: Original múltipla.
Formato: Capa.
Signos Especiais: Logomarca da editora.
Titular: Dono do livro.
Entidade Produtora: Editora do livro/profissional especializado.
Legislação: 9610 de 20/02/98 (Lei dos direitos autorais).
Função: Envolver e proteger o conteúdo do livro. Serve também para identificar metadados do livro.
Descrição: A capa possui identificação do título, autor, figura contextualizadora e elementos que remetem ao conteúdo do  livro.
Vigência Administrativa: Depende do detentor do objeto.
Destinação Final: Depende do detentor do objeto.
Informações Complementares: Não identificadas.


CONTEXTO 4- Análise do livro.

Análise Diplomática e tipológica: Autêntico e verídico.
Denominação do Documento: Livro “Archivos fotograficos: Pautas para su integracion en el entorno digital" 
Denominação da Espécie: Livro
Data Tópica: Não identificada.
Data Cronológica: 15 de março de 2007, primeira edição.
Código de Classificação: Não identificado.
Gênero: Iconográfico e textual.
Suporte: Papel.
Forma: Original múltipla.
Formato: Livro.
Signos Especiais: Não possui.
Titular: Pode ser a autora (Antonia Salvador Benítez), André Porto ou outro.
Entidade Produtora: Nesse caso a autora do livro Antonia Salvador Benítez e Antonio A. Ruiz Rodrigues.
Legislação: Não identificada.
Função: Primordialmente informativa - a respeito do tema arquivos fotográficos.
Descrição: Trata-se de um livro produzido por Antonia Salvador Benítez e que contém informações a respeito de arquivos fotográficos com ilustrações e contextos do tema.
Vigência Administrativa: Indeterminada.
Destinação Final: Indeterminada; a depender do titular e da entidade produtora.
Informações Complementares: Não identificadas.



PROJETO MEMÓRIA DAS ARTES

Brasil, um país de memória
O Projeto Brasil Memória das Artes

Breve biografia de Giovanni Ratto

          Giovanni Ratto – nascido na cidade de Milão, Itália, em 27 de agosto de 1916 – demonstrou interesse por atividades artísticas desde cedo. Durante sua adolescência morou em Gênova, onde conheceu o ator, cenógrafo e encenador inglês Gordon Craig que o fez inclinar-se para a cenografia. Em seu livro A Mochila do Mascate, Gianni Ratto revela que naquele momento sua paixão ainda latente pelo teatro transformou-se “num delírio em que formas e cores, superfícies e volumes, luzes e sombras se misturavam numa fantasmagoria onde nada estava claro mas tudo era maravilhoso”.
     Como estudante de Artes Plásticas no Liceu Artístico de Gênova, participou de mostras de pintura, e colaborou com arquitetos e decoradores de renome em exposições e feiras de caráter nacional e internacional. Em 1935, inscreveu-se no concurso para argumentos cinematográficos, organizado pela revista Cinema, tirou o segundo lugar e conquistou o direito de realizar um curso de Direção de Cinema no Centro Experimental de Cinematografia, em Roma. Entre seus professores estavam Alessandro Blasetti, Umberto Barbaro, Luigi Chiarini e Pietro Sharoff, discípulo de Stanislavski. Frequentou a Faculdade de Arquitetura no Politécnico de Milão, mas não chegou a concluí-la.
      Durante o regime militar, colaborou com o Grupo Opinião – criado por artistas de forte inclinação política – e dirigiu Se Correr o Bicho Pega, se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar (1966), uma das peças-símbolo do movimento de resistência à ditadura, e Dura Lex, Sed Lex, no Cabelo só Gumex, de Oduvaldo Vianna Filho (1968).
     Na televisão, foi o responsável pelos cenários da novela A Morta sem Espelho, de Nelson Rodrigues, dirigida por Sergio Britto e Fernando Torres, em 1963, na TV Rio. Fez a direção de arte, na TV Bandeirantes, da novela, Os Imigrantes, de Benedito Ruy Barbosa, direção de Henrique Martins, Atílio Riccó, Emilio di Biasi e Antônio Abujamra, em 1981.

Desafio da semana!

Classificação arquivistica e digitalização de acervos fotográficos
1ª Parte:


     O Projeto Memória das artes classificou os documentos em séries somente por assunto e sem padronização definida . Exemplo disso é que existem séries por pessoa (Ex. Augusto Boal) e séries abrangentes por assunto ( Ex. Cenário e Figurino e Atores do Brasil), sendo que nestas últimas os artistas estariam como uma "subsérie". Outra observação que se pode fazer é que não há uma contextualização quanto à função do documento. Além disso, a classificação do site fere o princípio da organicidade pelo fato de separar as imagens dos textos, bem como os áudios, entrevistas e demais arquivos que poderiam compor o dossiê de cada fundo.


2ª Parte:

CONARQ
100 ESTIMULAÇÃO E DIFUSÃO DAS BELAS ARTES
101 PROJETOS
101.1 Difusão Cultural
101.12 Projeto memória das Artes
101.121 CENÁRIOS E FIGURINOS

PARTIDOS POLÍTICOS
Nível: Nacional
Função: Divulgação Artística
Espécies: Fotografia
Formato: Foto (28,0 x 37,5)
Ocorrência: Cenógrafo Gianni Ratto
Alcance: Externo

MADRID
1. Tipo documetal: Fotografia de cenários.
1.1 Denominação do tipo documental: Fotografia de cenários.
1.2 Definição do tipo documental: Imagem criada por meio de exposição luminosa, fixada em superfície sensivel que registra os cenários de Gianni Ratto.
1.3 Código:  “x”
1.4 Características externas:
Gênero:  Iconográfico.
Suporte: Material fotográfico.
Formato: Foto (28,0 x 37,5).
Forma: Original múltiplo.
2. Orgão produtor: Gianni Ratto.
3. Destinatário: Público em geral.
4. Legislação: Não possui.
5.Trâmite: Registro fotográfico do figurinista Gianni Ratto para realização do projeto Memória das Artes.
5.1 Incidências: Não se aplica.
5.2 Duração do Trâmite: Não definida.
6. Documentos básicos que compõe o trâmite: Fotografias e registros textuais que compõe o cenário de uma peça teatral.
7. Ordenação da série: A ordenação das fotografias vai ser cronológica e alfabética.
8. Conteúdo: Cenário da peça 'O Mambembe'. Desenho em aquarela e grafite sobre papel (21x29,5 cm).
9. Vigência Administrativa: Não se aplica.
10. Destinação: Guarda Permanente.


3ª Parte

      O código do CONARQ é bastante discutido devido às suas limitações, uma vez que a classificação é feita por assunto e se limita a 10 classes. Acredita-se que a estrutura decimal atrapalha o processo natural de classificação. No CONARQ não há a identificação do documento, nem o estudo das funções arquivísticas e do trâmite documental; trata-se apenas de uma codificação por assunto o que gera diversas ambigüidades e não possibilita  uma adequada contextualização do documento.
      Na proposta de tipologia a ser implementada nos arquivos de Partidos Políticos, tem-se a idéia de classificação funcional, não pautada somente pela função dos documentos, mas também pelas espécies documentais. Aborda-se a necessidade de um pré-estabelecimento das tipologias documentais específicas a cada modalidade, permitindo a contextualização dos documentos e suas funções. Entretanto, o modelo utilizado para os Partidos Políticos não chega a ser tão abrangente e contextualizador quanto o modelo de Madrid.
       O modelo proposto pelo grupo de Madrid padronizam e especificam as tipologias documentais.  Ele segue uma estrutura de acordo com a função, analisando a atividade do documento e em seguida a sua tipologia. Em relação ao tipo e ao trâmite documental os arquivistas de Madrid alegam que “trâmite é o processo que se gera o tipo”, o que caracteriza a preocupação em analisar os processos e as funções das instituições. Dessa forma, o trâmite é essencial para a delimitação do contexto da informação, garantindo o principio da organicidade.
      O modelo que mais se adequou a classificação das fotografias escolhidas foi o modelo proposto pelos grupo de Madrid, pois possui uma classificação minuciosa do tipo documental, proporcionando uma adequada contextualização, mantendo assim a organicidade.

Memória para uso diário

Continuando o Desafio...(criação de uma situação hipotética relacionada a temática do blog, na qual seja feita a análise dos mesmos documentos)

  A história que nós iremos contar agora é triste e chocante. Não se decepcionem!!!
Não recomendado para menores de 16 anos ou quem tenha problemas cardíacos.



CÃOssados de aguentar todos os mandamentos dos seus donos e de toda essa chatice de ter que abanar o rabinho e brincar de rolar e sentar toda vez que eles chegam em casa sem ter o direito de morder nem um par de sapatos, os dóceis cãozinhos revoltados resolveram aplicar um golpe e impor uma ditadura canina.
Assim, no fim do dia quando os seus donos chegaram em casa foram feitos refém e deu-se por instalada a ditadura. Nesse mesmo dia foram apresentadas aos donos e demais cachorrinhos as regras que deveriam ser cumpridas para que não ocorresse nenhum estresse.
Porém muitos donos não se conformaram e se rebelaram com a situação, da mesma forma aconteceu com os cachorros. Então, com o auxílio do cachorro louco (principal militante) os donos e cães insatisfeitos manifestavam-se contra a ditadura.
Essa história não teve um fim até hoje, pois houveram muitos cãostigados que sofrerão reprecão  durante todo esse tempo. As famílias dos desaparecidos ainda lutam por justiça.

Abaixo seguem análise das imagens (escrito em negrito o nome das imagens) no contexto canino do nosso blog e da nossa história.



Análises:


Fotografia da família do Itair José Veloso

Imagem da família do spike, seu “pai” o militante o Itair José, sumiu em 1975 e foi morto  pelos cãesbatentes em um dos momentos que eles menos gostam: a hora do banho.

Denominação do documento: Fotografia da família do Spike
Denominação da espécie: Fotografia
Data tópica: Rio de Janeiro
Data cronológica: 01/08/1963
Espécie: Fotografia
Gênero: iconográfico e textual
Suporte: Película ou Plástico
Formato: Retangular
Forma: Original
Titular: Spike
Função: Lembrança canina
Descrição: Fotografia do militante Itair José Veloso, sua família tirada por Spike(Que cão esperto!!!)
Destinação final: Guarda permanente
Autenticidade e veracidade: O documento não é autêntico e nem verídico, visto que não foi o cão que tirou a foto (obviamente) e ele não participa pois toda a história é fictícia.


Denominação do documento: Crânio de origem não identificada
Denominação da espécie: Ossada craniana
Data tópica: Rio de Janeiro
Data cronológica:
Espécie: Osso
Gênero: 3 D
Suporte: Osso
Formato: “craniano”
Forma: Original
Titular:
Entidade produtora:
Função: Provar a morte de um desaparecido político durante a ditadura canina.
Descrição: Crânio de algum revoltado que foi desobediente á tropa canina.
Destinação final: Utilização para fins de exame periciais. Após a comprovação da identificação, o documento deverá ser entregue à família para procedimentos funerais.
Autenticidade e veracidade: É autêntico mas não é verídico, visto que o contexto é totalmente fictício.


Denominação do documento: Placa de endereço
Denominação da espécie: Placa de endereço
Data tópica: Rio de Janeiro, Bangu.
Data cronológica:
Espécie: Placa
Gênero: iconográfico, textual
Suporte: Ferro ou aço.
Formato: Placa
Forma: Original
Titular: Prefeitura do Rio de Janeiro
Entidade produtora: Prefeitura do Rio de Janeiro
Legislação:
Função: Identificação de endereço.
Descrição: Placa de descrição de endereço da Rua Marcos Nonato da Fonseca.
Destinação final: Guarda permanente.
Autenticidade e veracidade: A placa acima é autêntica, mas não é verídica. As informações registradas dizem respeito a uma pessoa e não ao cachorro louco (Marcos Nonato da Fonseca), no qual diz respeito o texto.


Placa de endereço da Rua Marcos Nonato da Fonseca
A imagem representa a rua que recebeu o nome de batismo do cachorro louco (marcos nonato da fonseca) após sua morte, que serve como uma lembrança da postura de herói que ele teve de lutar contra os seus amigos da mesma espécie.


Ossada do militante Ramires Maranhão do Vale

Imagem referente a ossada de um dono militante que  desobedeceu as regras estabelecidas e foi incinerado e enterrado no paraíso, cemitério clandestino onde os cães escondiam as ossadas de militantes mortos para fazerem um churrasquinho depois do trabalho.