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Por que CACHORRO QUENTE??

SAUDAÇÕES CANINAS GALERINHA,

Quem não gosta de um delicioso "HOT DOG" hein!?
Mas vem cá, você já parou para pensar Por que aquele sanduiche de pão com salsicha, molho, e outras coisas deliciosas, se chama CACHORROO QUENTE????


Pra você não ficar mais com esse questionamento na cabeça, essa dúvida no coração (Quanto drama rs), o Aurquivo Bom Pra Cachorro buscou desvendar esse mistério! 


       O hot-dog como o conhecemos hoje, com o tradicional pão de cachorro quente, foi introduzido pelo comerciante de origem bávara Anton Feuchtwanger durante a Feira de Compras da Louisiana, na cidade de St. Louis, em 1904. Ele emprestava luvas brancas para que seus fregueses pudessem comer as salsichas quentes e picantes que fazia.  
       A maioria das luvas não era devolvida e seu estoque começou a cair. Assim, ele acabou pedindo ajuda ao seu cunhado, que era padeiro. Este improvisou um novo tipo de pão que pudesse conter a salsicha. Estava inventado o popular cachorro quente.
      Os americanos chamavam as “frankfurters” de “salsichas dachshund”. Esta raça de cachorro, originária da Alemanha, possui corpo comprido e pernas curtas, o que combinava bem com o formato das “frankfurters”.

       O nome “hot dog” começou sua história em Polo Grounds, estádio dos New York Giants. Num dia frio de abril em 1906, o comerciante Harry Stevens, responsável pelos alimentos vendidos no estádio, não estava conseguindo vender sorvete e refrigerante e mandou seus funcionários comprarem todas as salsichas e pães que encontrassem.
        Em menos de uma hora, eles estavam oferecendo os sanduíches utilizando tanques portáteis com água quente e gritando “They´re red hot! Get your dachshund sausages while they´re red hot!”, numa tradução livre algo como “Elas estão pelando! Peguem suas salsichas dachshund enquanto elas estão quentes!”
        Ao mesmo tempo, o cartunista “Tad” Dorgan estava na cabine de imprensa do estádio e quase no final do prazo para enviar o seu cartum para a redação do jornal onde trabalhava, o The New York Journal. Ao ouvir os vendedores ele fez um cartum onde um cachorro bassê aparecia latindo, entre duas fatias de pão e coberto de mostarda.
        Nos seus cartuns, Dorgan ridicularizava tipos alemães, os retratando como bassês falantes. Brincando com a crença popular de que as salsichas vendidas em Coney Island contivessem carne de cachorro e sem ter certeza de como escrever “dachshund”, ele simplesmente colocou “Get your hot dog!”, ou “Pegue o seu cachorro quente!”. O cartum fez muito sucesso e o nome pegou.
       Os americanos consomem cerca de 20 bilhões de hot dogs por ano. Durante o campeonato americano de beisebol, eles comem 26 milhões de hot dogs. Cada americano come, em média, 60 hot dogs por ano. Steve Keiner ganhou competição nos EUA ao comer 21 e um quarto de hot dogs em 12 minutos.

É tempo de viajar !!!




     Época do Natal e Ano Novo é um momento muito especial para todos nós. Momento de rever a família e os amigos. Momentos de reflexão, espiritualidade e claro, de festa!


     Existem diversas regras que devem ser observadas para quem deseja viajar com segurança com seu animal. Para viagens pelo território nacional basta apresentar a carteira de vacinação do animal atestando a validade da vacina anti-rábica, apresentar um atestado de vacinação, fornecido por qualquer veterinário, informado que o animal não possui qualquer doença infecto-contagiosa. Não se esqueça que para viagens rodoviárias, incluindo o carro da família, o animal NÃO PODE ir solto dentro do carro, devendo ser mantido dentro de “transportes”. Esse procedimento, por mais angustiante que seja para o proprietário, é a forma mais segura para a família, além de não desrespeitar a legislação de trânsito vigente no Brasil.
     Se a viagem foi feita através de avião, certifiquem-se junto à companhia aérea quais são os procedimentos. Por questão de segurança, há uma limitação no número de animais por vôo. Sendo assim, a comunicação com a empresa aérea para o agendamento da viagem de toda a família é primordial. Para viagens internacionais a documentação é bem diferente com pré-requisitos específicos de cada páis. Não se esqueça que, ao regressar para o Brasil, você deve apresentar todas as documentações solicitadas pelas autoridades brasileiras e que, às vezes, não são as mesmas exigidas pelos países estrangeiros. A falta de documentação pode fazer seu animal de estimação voltar para o país de origem (olha a confusão!) e o que era uma viagem em família acaba se tornando um pesadelo.
     A documentação exigida para o deslocamento de animais depende do destino. Se for dentro do território nacional, não é necessário GTA (Guia de Trânsito Animal) para cães e gatos. Exige-se apenas o atestado sanitário emitido por um médico veterinário registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária e a comprovação da vacinação contra a raiva, obrigatória para animais com mais de três meses de idade e que deve ter sido aplicada há mais de trinta dias e menos de um ano. A carteira de vacinação contra a raiva deve conter: o nome do laboratório fabricante da vacina, selo da vacina, número do lote ou partida, data de fabricação, data de aplicação e validade da vacina, e ainda carimbo e assinatura do médico veterinário. Para viajar, as vacinas dadas em campanhas de vacinação não são válidas, pois elas não possuem carimbo de um médico veterinário.
     Se o destino da viagem for internacional, é importante entrar em contato com o consulado do país de destino para informar-se sobre as exigências em relação à entrada de animais em seu território, uma vez que cada país possui suas próprias regras. Para qualquer destino fora do Brasil é necessário um documento chamado CZI (Certificado Zoossanitário Internacional), emitido pelo Serviço Veterinário Oficial do país de origem, com o objetivo de garantir o cumprimento das condições sanitárias exigidas para o trânsito internacional de animais até o país de destino. O CZI é obtido na Unidade do Ministério da Agricultura situada no aeroporto, e a documentação e as vacinas exigidas variam de acordo com o país. Um detalhe importante é que, para a emissão do CZI, a validade do atestado sanitário dado pelo médico veterinário é de apenas 72 horas. Para mais informações acesse: www.agricultura.gov.br.

     Olha a diplomática aí cachorrada!!! Os DOGmentos exigidos para cada tipo de viagem ou regra específica são imprescindíveis e indispensáveis para o seu animal de estimação! A análise da estrutura formal e da lógica orgânica dos documentos necessários confirma a espécie, o tipo documental, autenticidade e legitimidade. Por isso, certifique-se que a dogmentação esta de acordo com as exigências, coloque a diplomática na mala e Boa Viagem!!

     Mas, o que fazer com os nossos animais de estimação quando não é possível levá-los na viagem?
     Uma boa solução são os Hotéis Para Animais. Mas o ponto é: quais são os cuidados antes de deixar nossos animais nesses hotéis? Algumas orientações:
  1. Visite o local antes de deixá-lo para verificar as condições de higiene e segurança;
  2. Verifique os hábitos do local. Os animais ficam soltos ou presos? Por quanto tempo? Qual o tamanho do local onde ficam confinados? O local é aberto ou fechado? Possui ventilação ou ar-condicionado?
  3. Verifique a periodicidade da limpeza das instalações, incluindo os canis, potes de comida e água e a limpeza da piscina, quando houver;
  4. Certifique-se que o local não receberá animais agressivos ou anti-sociais;
  5. O local deve exigir a carteira de vacinação do animal, atestando que todas as vacinas estão em dia;
  6. Usar um bom produto ectoparasiticida, impedindo a infestação do animal com pulgas, carrapatos ou piolhos;]
  7. Por mais que os locais ofereçam serviço veterinário, avise o seu médico de confiança que você está viajando e que qualquer emergência ele poderá ser avisado;
  8. Alguns locais oferecem serviço de acompanhamento via internet o que pode ser um diferencial na hora da escolha;
  9. A indicação de um serviço de qualidade, quando possível, é essencial.   
É isso aí galerinha! Agora é só aproveitar!!!
Boas Festas e Boa Viagem aos nossos DOG amigos!




                                            

COMO ELE É FOFO

SAUDAÇÕES CANINAS GALERINHA!

Gente, eu bem que tentei...mas não resisti! Tinha que dar um espaço pra ele aqui no nosso blog...e mostrar o tanto que ele é fofoo...na verdade está sendo considerado o mais fofo do mundo.



Um pequeno e simpático cachorro tem conquistado milhares de fãs na internet. Já são mais de 500 mil amigos na sua página do Facebook (aqui) e  seus vídeos já foram vistos mais de 1 milhão de vezes do YouTube. Pelas fotos e pelos vídeos não dá mesmo para negar que o peludo é a coisa
mais linda

.

 Boo, como é chamado o Lulu da Pomerânia, é considerado por muitos o cão mais fofo do mundo


Pelas fotos e pelos vídeos não dá mesmo para negar que o peludo é a coisa mais linda. No perfil de sua página na rede social, ele “diz” que as pessoas o amam, que suas comidas preferidas são frango, queijo e flores, e sua cor favorita é rosa.


Não dá vontade de apertar? Parece um ursinhoo
  
 Eu queroo um!

fonte: http://colunas.criativa.globo.com/bicharada/category/cachorro/

"O CÃO É O MELHOR AMIGO DO HOMEM"

SAUDAÇÕES CANINAS!
(Sugerimos a leitura do post anterior para contextualizar o vídeo abaixo)

É muito comum escutarmos das pessoas "Amigos são aqueles que estão com a gente em todos os momentos". Agora veja este vídeo:



Não seria ele um verdadeiro amigo!?

"O CÃO É O MELHOR AMIGO DO HOMEM"

Saudações Caninas Galerinha!

Bem...o Blog Memórias Póstumas utilizou de um caso infeliz ( que nem se sabe se é verídico) para deturpar a imagem canina e sua relação com o homem! Respeitamos opiniões diversas, mas continuamos a defender nossas perspectivas. Então para COMEÇAR a demonstrar alguns motivos e pensamentos que nos levam a ter tal idéia:
       
        O americano, George Graham Vest (1830-1904) foi Senador entre 1879 e 1903 mas ficou mais conhecido pelo discurso que fez durante um pequeno julgamento em Missouri ainda quando era advogado em 23 de setembro de 1870. O processo que o fez famoso tratava da morte de Old Drum (Velho Tambor), o melhor cão de caça de um fazendeiro local. Um vizinho, desconfiado que o animal andava matando suas ovelhas, deu ordens para que atirassem no cachorro se ele voltasse a aparecer em suas terras. Quando Old Drum foi encontrado morto perto da casa dele, seu proprietário resolveu processá-lo, pedindo uma indenização de 50 dólares; o júri lhe concedeu 25 dólares, mas o vizinho apelou da sentença. O dono do cão conseguiu um novo julgamento e contratou dois advogados, um deles George Vest — que, com seu discurso, arrancou lágrimas dos jurados e cunhou a célebre frase:

"O CÃO É O MELHOR AMIGO DO HOMEM".

Em 1958 a cidade de Warrensburg , Missouri, onde tudo aconteceu, homenageou Old Drum com uma estátua de bronze.Em 2000 , a história do julgamento foi base para um filme — The Trial of Old Drum (no Brasil - Meu Amigo Drum); George Graham Vest foi interpretado por Scott Bakula e Old Drum, pelo Golden Retriever, Ajax.

O Texto da Apelação:

Tributo a um Cão (Eulogy of the Dog)

     Senhores jurados, o melhor amigo que um homem tem neste mundo pode voltar-se contra ele e tornar-se seu inimigo. O filho ou filha que educou com amor e cuidado podem responder com ingratidão. Aqueles que estão mais próximos e são mais amados por nós — aqueles a quem nós confiamos nossa felicidade e nosso bom nome — podem tornar-se traidores desta confiança.
        O dinheiro que um homem tem, pode perder. Foge dele, talvez quando ele mais precisa. A reputação de um homem pode ser sacrificada no momento de uma ação impensada. As pessoas que se apressam a se ajoelharem a nossos pés quando o sucesso está conosco, podem ser as primeiras a jogarem a pedra da malícia quando o fracasso paira sobre nossas cabeças.
        O único amigo desinteressado que um homem pode ter neste mundo egoísta — aquele que nunca é ingrato ou traiçoeiro — é seu cão. Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente, se apenas o deixarem estar ao lado de seu dono.
        Ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo. Ele guarda o sono de seu dono miserável como se este fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, ele permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor, como o sol em sua jornada através do firmamento.
         Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, sem amigos e sem abrigo, o cão fiel não pede mais do que o privilégio de acompanhá-lo, a fim de protegê-lo contra o perigo, a fim de lutar contra seus inimigos.
        E quando a cena final se apresenta e a morte leva o dono em seus braços e seu corpo é deixado no chão frio, não importa que todos os amigos sigam seu caminho; lá, ao lado de sua sepultura, se encontrará o nobre cão, a cabeça entre suas patas, os olhos tristes mas alertas, fiel e verdadeiro até a morte.

CÃES FAREJADORES

Saudações Caninas Galerinha!
        O Rio de Janeiro vive atualmente uma guerra contra o crime. Entre as operações policiais que estão sendo realizadas, podemos observar a busca por drogas e munições deixadas pelos traficantes. A utilização de cães farejadores é comum na realização de tal atividade e acabam por facilitar a localização do material.
Mas de onde surgiu esse ofício canino? Como é feito o treinamento?
O Aurquivo Bom pra Cachorro foi farejar o mundo virtual e descobriu algumas respostas para estes questionamentos!
        É um trabalho árduo, em que se busca tirar proveito das duas principais características dos cães que desempenham essa função: faro apurado e personalidade curiosa. Antes de meter as fuças em malas, carros ou pessoas, em geral nos locais de grande fluxo de gente ou mercadorias, como alfândegas, aeroportos e terminais rodoviários , eles passam por meses de ralação, quando aprendem a identificar os diversos tipos de drogas e a se comportar em público. A escolha dos cachorros para o emprego de caça-bagulhos se deu em função de seu olfato poderoso.
        Eles começaram a ser usados para farejar substâncias ilegais no fim dos anos 60, durante a Guerra do Vietnã (1959- 1975), quando o consumo de heroína entre soldados americanos tornou-se um sério problema para o Exército dos EUA. Com o tempo, a nareba afiada deixou de ser o único pré-requisito para o posto.No início, a capacidade olfativa era um fator decisivo na seleção dos animais, mas hoje o que qualifica, de fato, um cão é o seu interesse por procurar e encontrar objetos, diz Antônio José Miranda de Magalhães, chefe do canil da Polícia Federal, em Brasília. A unidade é o principal centro de treinamento de cães farejadores no Brasil e, desde sua criação, em 1988, já formou mais de cem focinhos de ouro para a função.
        Labrador, golden retriever, pastor alemão e pastor belga malinois são as raças mais usadas no combate ao tráfico de drogas. Esses cães têm um faro apuradíssimo, graças aos seus mais de 200 milhões de células olfativas. Para ter uma ideia, o fox-terrier tem 147 milhões e o homem possui míseros 5 milhões.
        Depois de passar na peneira dos bons de fuça, são escolhidos os animais mais curiosos e perseverantes, que gostam de procurar e recuperar objetos e não desistem facilmente da busca. Com isso, os policiais têm a garantia de que seus futuros parceiros não farão corpo mole em serviço.

        No canil da Polícia Federal, o adestramento começa quando o cão tem apenas 2 meses. Antes do treino específico para achar drogas, os animais passam por um cursinho de socialização e comandos básicos, como responder ao chamado do policial, sentar-se etc. Isso é feito, entre outras coisas, para que eles não ataquem as pessoas nas rua.

        O treinamento propriamente dito, que dura cerca de dois meses, só rola depois que o cão completa 1 ano de idade. A partir daí, ele entra em contato com o odor típico da droga, que é acondicionada dentro de tubos de PVC, mangueiras de borracha ou em pequenas bolsas, feitas de lona impermeável, que imitam seus próprios brinquedos.

        Após o cão se acostumar com o cheiro dos diversos tipos de drogas, os brinquedinhos são escondidos para que ele os encontre. O grau de dificuldade do exercício aumenta com o tempo. Para disfarçar o odor do tóxico (recurso adotado pelos traficantes), os treinadores misturam a ele produtos diversos, como alho, pimenta e cebola.

        Sempre que o animal encontra o bagulho, recebe elogios e agrados do treinador. Caso ele não seja bem-sucedido, não recebe punição, mas, se dá mostras de que não vai dar conta do recado, pode até ser afastado do treinamento. Em nenhum momento do curso, e em hipótese alguma, o cão entra em contato com a droga.

        Depois que está craque em farejar os entorpecentes, é hora de o bicho mostrar que sabe se portar em público. Ele é levado para fazer o treino ambiental nos locais onde irá trabalhar (postos de fronteira, aeroportos, rodovias etc.), para se acostumar com o movimento desses lugares. A partir daí, ele está pronto para botar o focinho em ação.

        Já no batente, o cão usa os dois tipos de alerta que aprendeu. No ativo, ele arranha e morde o local onde a droga está escondida, ou pode latir para o suspeito de levar tóxicos. No passivo, ele se posiciona ao lado desse local ou da pessoa. Para não cansar a nareba, os cães intercalam períodos iguais de até 50 minutos de trabalho e descanso. O tempo pode variar, mas em geral eles ficam na ativa até os 10 anos de idade.
Interessante, não?

CARA DE UM FOCINHO DO OUTRO 2

 SAUDAÇÕES CANINAS GALERINHA!!!


Gente eles também são a cara de personalidades! Olha só:







CARA DE UM FOCINHO DO OUTRO

SAUDAÇÕES CANINAS GALERINHA!


Aehhh....depois de mais uma semana ... Sabadão lindo pra compensar hein! Aproveite muitoo!


E para trazer um pouquinho de descontração o AUrquivo bom pra cachorro apresenta:


CARA DE UM, FOCINHO DO OUTRO
 ( E literalmente hein rsrs)


           Para promover a marca de ração Cesar, da Effem, uma agência brasileira criou uma campanha publicitária em 1999 que se entitulava: "Semelhança", tendo como slogan "Ele pode ter a sua cara, mas não precisa ter a mesma comida" . Supeeeer criativo né!?

















COMO TUDO COMEÇOU...

Olá Galerinha!!!


Achamos que é muito bom começar tudo pelo começo né... rsrs ( Dã)
Bem...Depois desse momento “Dã”, vamos ao ponto:
Você em algum momento da vida já parou pra pensar como, quando, onde surgiram nossos queridos amigos de quatro patas? Ou já teve a curiosidade de saber como se deu essa relação de cumplicidade entre os cães domésticos e os homens?
Não????????
Ficou curioso (a) agora né!!???
Então... Como somos meninas legais, simpáticas, inteligentes... Enfim... (E muito humildes e modestas rs... brincadeira hein!) Vamos matar um pouquinho dessa curiosidade...


Confiram o artigo "A Origem do Cão Doméstico" de Natasha Duarte - Comportamentalista e Treinadora de Cães:


            
 
             O cão doméstico integra a família dos Canidae que é dividida em trinta e oito espécies, sendo todos carnívoros e os selvagens são terrestres, velozes e na sua maioria noturnos. Alguns são caçadores solitários como a raposa e outros sociais como o lobo, o chacal, o coiote e o cachorro (Canis familiaris) sendo este o único integrante do grupo que pode ser considerado completamente domesticado. Todos se comunicam através de expressões faciais, posturas corporais, abano da cauda e vocalizações e estão presentes em praticamente todos os cantos do mundo, com exceção da Antártida e algumas ilhas oceânicas.
            Desde antes de Darwin sempre houve muita discussão acerca da origem do cão doméstico. A teoria mais difundida e aceita coloca o lobo como progenitor selvagem do cão doméstico. Outra hipótese indica ser o lobo um progenitor apenas parcial, havendo a hibridação com outros membros da família dos Canidae, especialmente coiotes e chacais. Uma terceira possibilidade seria ainda a de que o cão doméstico surgiu de um cão selvagem da mesma espécie Canis familiaris e de tipo similar às formas modernas consideradas primitivas e selvagens como o Dingo Australiano, o cão cantor da Nova Guiné e os cães Asiáticos e Africanos mantidos à margem da sociedade. Adicionalmente, existem opiniões de que a origem do cão doméstico permanece um mistério. Este artigo foi escrito com base na primeira teoria, que é resultado da combinação de estudos sobre comportamento, vocalizações, morfologia e biologia molecular e indica que o principal, senão único, ancestral do cão é o lobo (Canis lupus).
Os lobos estão presentes no nosso planeta há mais de um milhão de anos e ossos de lobos associados aos primeiros hominídeos foram encontrados já na época Pleistocena, sendo o mais antigo datado de 300.000 anos atrás no Norte da China.  Os antigos caçadores provavelmente matavam alguns lobos e ocasionalmente utilizavam sua pele para vestimenta e sua carne como comida. Algumas vezes carregavam um filhote que frequentemente seria utilizado como alimento, mas algumas vezes ficaria habituado à família e domesticado. Assim que amadureciam, alguns se tornavam menos submissos e acabavam sendo mortos ou afastados do acampamento. Os poucos que permaneciam na companhia dos humanos acabavam cruzando com outros lobos também domesticados Estes lobos domesticados estavam muitas gerações longe do verdadeiro cão doméstico, porém foram seus precursores.
            O resultado imediato da domesticação do lobo e da alteração na sua dieta ocasionou, dentro de poucas gerações, uma redução geral no tamanho de seu corpo, cabeça, cérebro e dentes. Com o tempo, esses lobos domesticados passaram a ser cada vez menos parecidos com os seus semelhantes selvagens por suas características variadas como a cor da pelagem, formato das orelhas e cauda, tamanho geral e proporção dos membros que foram alterados pelos efeitos combinados de uma seleção natural e artificial. Desta maneira, o lobo passou a ser um cachorro, ou seja, ele não era mais um carnívoro selvagem, mas uma parte da sociedade humana com características físicas e comportamentais adaptadas as suas funções econômicas, estéticas ou rituais.
            Evidências arqueológicas indicam que o cão foi a primeira espécie animal a ser domesticada e isto ocorreu ao final da última Era Glacial quando os seres humanos ainda dependiam da caça para sobreviver. Os cães selvagens provavelmente aproximavam-se dos acampamentos a procura de comida e inicialmente eram domesticados para servirem de alimento e vestimenta ou serem utilizados para trabalho. Entretanto, diferentemente de algumas outras espécies domésticas, os cães também são excelentes companhias. A evidência mais antiga encontrada de um cão doméstico é uma mandíbula do período Paleolítico na Alemanha datada de 14.000 atrás, entretanto a descoberta arqueológica mais importante da domesticação do cão ocorreu no sítio de Ein Mallaha em Israel (datado de 12.000 atrás) onde foi encontrado o esqueleto de um humano ancião enterrado junto com um filhote de cachorro de cerca de quatro ou cinco meses de idade.
           Um dos principais fatores no processo de domesticação é a supressão da percepção do mundo do animal, o que significa que uma vez que um alto grau de percepção (alerta e sensibilidade) combinado com reações rápidas ao estresse são essenciais para a sobrevivência de um animal no meio selvagem, as características opostas (docilidade, ausência de medo e tolerância ao estresse) são requisitos para a domesticação. Alterações na percepção do animal acerca do meio ambiente em que vive resultam de alterações hormonais, redução no tamanho do seu cérebro, visão e audição menos apurada e retenção de características e comportamentos infantis durante a vida adulta. A seleção seja consciente ou inconsciente para a redução da percepção dos cães teria começado com os primeiros cães domésticos e um dos primeiros resultados foi provavelmente a mudança na coloração da pelagem. Evidências experimentais indicam que a cor da pelagem está intimamente associada ao temperamento em diversas espécies de animais domésticos. Cães pequenos com pelagem de cor clara e uniforme teriam sido mais manejáveis que cães grandes semelhantes aos lobos.
          Com o tempo, muitas outras características foram desenvolvidas e infelizmente estão associadas a redução na percepção e na comunicação entre a espécie: orelhas caídas reduzem a audição, a cauda curta e/ou curvada reduz a habilidade do cão em se comunicar, a pelagem pesada reduz a velocidade, e o pelo sobre os olhos impede a visão. Em estágios avançados da domesticação diferentes tipos de cães foram desenvolvidos como resultado da seleção artificial. Eles foram selecionados conforme a sua cor, comprimento da pelagem, pernas curtas ou compridas, formato das orelhas e da cauda, assim como aspectos de temperamento e comportamento. Com o tempo, esta reprodução seletiva levou ao desenvolvimento de mais de 400 tipos de raças diferentes de cães que atualmente habitam nosso planeta.